Todos contra o Aedes Aegypti

Por ASCOM / Em 02/01/2019

           


A prevenção e a mobilização são as palavras de ordem no verão para garantir proteção contra o Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. As dicas são da Secretaria de Estado de Saúde, que esclarece dúvidas e fala sobre ações simples para evitar a água parada e a proliferação do mosquito.

Quais são as principais medidas para se evitar essas três doenças transmitidas pelo Aedes aegypti?

A prevenção é sempre a melhor opção no controle ao Aedes, uma vez que 80% dos criadouros são residenciais. Por isso, a mobilização popular é fundamental no êxito das ações e consequente eliminação de focos. Bastam apenas 10 minutos por semana para deixar o ambiente livre do mosquito. A vistoria deve acontecer em caixas d’água, tonéis, vasos de plantas, calhas, garrafas, lixo e bandejas de ar-condicionado, evitando deixar água parada que sirva de criador. Com essas medidas simples, é possível evitar a proliferação de novos mosquitos. No site http://www.riocontraoaedes.com.br, a população vai encontrar várias dicas de como eliminar os principais locais onde a água pode ficar acumulada.

Quais os sintomas da dengue, zika e chikungunya?

A dengue apresenta febre alta e de início súbito e dores no corpo. O zika tem como principal característica as manchas vermelhas (exantema), que causa uma doença chamada febre da zika vírus, associada à febre baixa e dores pelo corpo. Já a chikungunya apresenta sintomas como febre alta e fortes dores nas articulações. O grande complicador destes casos é que um percentual das pessoas infectadas pode desenvolver a forma crônica da doença, ou seja, apresentar dores nas articulações por até mais de um ano após a infecção.

Como é feito o diagnóstico? Qual é o tratamento mais indicado?

O diagnóstico das doenças, na maior parte dos casos, é clínico, ou seja, é feito com base nos sinais e sintomas relatados e observados por profissionais de saúde que indicam o tratamento adequado para cada caso.